O motor flex é uma opção popular no Brasil, mas gera dúvidas sobre abastecimento e manutenção. Este artigo desmistifica crenças comuns, como a mistura de combustíveis e o desempenho em relação a motores monocombustíveis.


O motor flex possibilita que você varie no abastecimento entre etanol e gasolina, se adaptando aos dois tipos de combustível quando entram no tanque. A versatilidade, liberdade e economia deixam o motor muito atraente.
Apesar de estar há muitos anos no mercado e ser uma opção popular entre os brasileiros, existem dúvidas comuns sempre que se fala em um motor flex, desde a manutenção até o abastecimento. Viemos trazer respostas sobre alguns mitos e verdades, confira.
Não existe nenhuma restrição quanto a isso. Tenha total liberdade de escolher entre etanol ou gasolina, e não precisa esperar que um ou outro acabe para abastecer. Quando acontece a troca de um combustível para o outro é recomendado que você mantenha o motor ligado para o sistema identificar com qual deles está lidando.
Quanto você pode abastecer o seu veículo apenas com etanol ou apenas gasolina frequentemente sem que o motor fique viciado? A resposta é: o quanto quiser. O motor flex se adequa automaticamente ao combustível que entra no tanque, sem a necessidade de um rodízio entre eles.
Motor flex tem desempenho menor que o monocombustível, que foi feito para se adaptar com precisão a um único tipo de combustível, enquanto o motor flex se divide para se adaptar ao etanol e a gasolina, optando pelo meio-termo.
Aqui a dúvida existe por causa do conhecimento que o etanol é mais corrosivo que a gasolina. Apesar de ser verdade, não é uma preocupação, já que o veículo é projetado para resistir a essa característica.
Evite ao máximo! Sempre que você anda com o tanque na reserva está prejudicando o seu motor. Com a poluição causada por sujeiras no restante de combustível, pode haver danificação em casos extremos. O alerta serve tanto para etanol quanto para gasolina.